terça-feira, 29 de março de 2011

Rap Oo

Andei fazendo um Rap, pra um trabalho de sociologia. Achei meio idiota, mas vou postar aqui.

"Nós temos as ideias, eles tem as gravadoras
Nós temos a platéia, eles tem as manjedouras
Nós temos a vontade de mudar, eles o desejo de perpetuar
Nós temos a vontade de crescer, eles tem o desejo de nos humilhar
A cultura não cresce, eles não deixam
A gente só pensa, o que eles querem que pensam
Eles moram em palácios, nós moramos na favela
Andam de carro importado e nós andamos de magrela
E a cultura não muda porque eles fazem assim
Eles dizem que não mas nós dizemos que sim
E esse Rap não vai, a cabeça deles mudar
Só queremos falar, o que viemos a falar
A verdade é essa, nada temos a mudar
A vida é assim e nada vai adiantar
Pobre hoje, pobre amanhã
Explorados pelos ricos sentados no divã
Os ricos lá em cima e pobres aqui em baixo
A maneira que eles têm não é a maneira que eu acho
Eles colocam seus filhos em colégio particular
E nós ficamos com professores que nem aula querem dar
E a função da sociologia não é julgar, muito menos humilhar, apenas analisar
A vida é dura e sempre vai ser, pra eles é fácil e é difícil pra você.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Eu não estou com pressa, eu poderia esperar para sempre


Eu não estou com pressa porque gosto de estar sozinha
Não há preocupações e certamente não há pressão
Enquanto isso, viverei como se não houvesse amanhã.

sábado, 11 de dezembro de 2010

1 Hábito Eficaz Nunca Realizado




Olá, pessoas.

Estive ajudando meu pai com trabalho de competências, e fui obrigada a ler com ele algumas coisas. Dentre elas, estavam "Os Sete Hábitos Das Pessoas Altamente Eficazes", gostei muito do nº 5 e decidi postar aqui, pois fez diferença e provocou mudanças em mim, espero que seja útil para alguém mais.

"Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido
Procurar primeiro compreender implica uma mudança no paradigma, visto que geralmente procuramos que primeiro nos compreendam. Escuta empática é a chave para uma efetiva comunicação. É o foco na aprendizagem de como a outra pessoa vê o mundo, como ela o sente. A essência da escuta empática não está em concordar com alguém; mas sim  compreender  aquela pessoa profundamente, tanto no plano emocional quanto no intelectual. Depois da sobrevivência física, a maior necessidade humana é a sobrevivência psicológica – ser compreendido, se afirmar, receber incentivo, ser amado.
A maior parte das pessoas não consegue escutar com a intenção de compreender. Elas ouvem com a intenção de responder. Elas estão sempre falando ou se preparando para falar. Elas estão constantemente projetando suas experiências interiores no comportamento dos outros. Receitam seus óculos para qualquer um com quem se relacionam.
As pessoas querem ser compreendidas. E qualquer que seja o investimento de tempo necessário para fazer isso, o retorno será muito maior se você trabalhar com uma compreensão correta dos problemas e das questões existentes."
Stephen R. Covey

unknown or almost

Tenho muito pânico de semi-conhecidos. Você pode se perguntar: “O que são semi-conhecidos?”. Bom, aqui vão alguns exemplos de semi-conhecidos: A moça que trabalha na cantina da escola, o amigo que seu amigo te apresentou com quem você só falou uma vez, aquele amigo virtual que te adicionou no orkut e quando você aceitou nunca mais voltou a falar contigo, pessoas que te alguma forma, sabem quem você é e que não são tão próximas. O mais incrível de tudo, é encontrar essas pessoas na rua... Minhas pernas tremem, a respiração fica ofegante. Não sei o que fazer, não sei se dou “Oi!”, ou se só olho nos olhos da pessoa, ou se olho pro nada e finjo que não conheço. Na maioria das vezes, acabo fingindo que estou procurando algo dentro da minha bolsa, ou mexendo no celular, ou ainda procurando algo olhando pro outro lado. Devem me achar antipática, ou “nariz em pé”, mal sabem que é tudo timidez.
Não encontrei solução pra isso. E talvez nem queira.
Só precisava compartilhar com alguém uma das coisas que me causa bastante medo, acho que esse medo poderia ser comparado ao medo que sinto quando a claustrofobia me “ataca”.

E então, sem reação

Durante minha vida escolar, principalmente no Ensino Fundamental, tive muitos problemas com auto-estima, digo durante, e a partir desta, porque minha infância, até antes de entrar na escola, foi muito boa. Ou pelo menos, eu imagino que tenha sido, de fato, não dá pra se lembrar de muitas coisas de antes dos 4 anos. Sempre fui a mais baixa e magra, o que me colocava numa situação, um tanto quanto “inferior” as outras crianças no que se tratava de “defesa”. Para as garotas, eu era a “fofinha”, para os garotos, apenas mais uma menina chata e tímida, por quem eles apenas sentiriam alguma amizade depois de conhecer realmente. Até aí, suportei essa situação odiável.
O que realmente piorou as coisas, foi a entrada na puberdade. Porque na infância, não nos preocupamos muito com a aparência física, mas, na pré-adolescência coisas insignificantes como essa, começam a fazer alguma diferença pra nós. Foi aí que começou o bullying. Não que tenha sido pra mim, diferente do que foi pras outras crianças. Porém, quando o quesito é “amadurecimento” essa humilhação pode (pelo menos pra mim trouxe) trazer conseqüências gigantescas.
By the way, só comentei sobre isso, porque pode servir pra entender o post acima.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Muito tempo sem postar

É, deve fazer algum tempinho que não posto...
Enfim, sem tempo. Agora, de férias pretendo "movimentar" mais as coisas por aqui. Sem muita inspiração por hoje. Tá, é mentira, muita inspiraçao acompanhada de muita preguiça.
Vou aproveitar pra postar um poema meu, que escrevi no ano passado.


Como poderias tu?

Como poderias tu,
com as trevas impregnadas na carne,
apaixonar-te pela luz?
Apaixonar-te por este anjo,
esta menina com lindas asas negras,
que um dia se misturou a tua escuridão?
Como poderias tu,
anjo caído,
demônio infame?
Não mistures tu,
as coisas.
Dissestes:
“Onde há trevas, não há luz.”
Sabes que está próximo,
o dia de tua queda.
Não deixais tua dama sozinha!
Fostes enganado, teu deus não quer ela perto de ti.
Teu deus sabe o poder que ela tem sobre ti.
Ela te salvaria,
te acolheria em seu colo,
mal nenhum nela há.
E toda a inocência que jamais conhecerá.
Tua escolha foi feita,
a mim não cabe dizer se haverá volta.
Não deixei tua mãe te levar,
alguém me perturba por isso.
Te chamo pra luz,
o meu deus te salvaria se tu quisesse.
Venha minha criança,
eu sei o quanto tu sofreste,
eu te curarei,
ninguém mais irá machucar-te,
venha comigo,
te levarei pra um lugar muito longe do nosso lar.
Esqueça o que passou.
Sabes quem sou. Igual não há.
Mesmo depois de todas as minhas súplicas,
deixará tua dama sozinha.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Carência

Tenho me sentido estranha ultimamente. Acho que tem a ver com a depressão. Mas, mais ainda com a carência.
Por todos os lados eu vejo muita gente, só que ninguém é. Me sinto sozinha mesmo estando no meio da multidão. Aí vem, o desespero. A sensação de que perdi todos em quem confiava. Tento racionalizar as coisas, solidão é uma coisa boa, pensava.
Espero que isso seja apenas momentâneo.